Cláudia Moraes

Sobre

Cláudia Moraes da Costa Vieira nasceu em Parnaíba (PI), é pedagoga, pesquisadora, educadora matemática e ambiental. Doutora em Educação pela FE-UnB, desenvolveu pesquisas em educação ambiental, educação do campo, (auto)biografias, trajetórias de vida e formação de professores. Sua tese investiga a articulação entre vida, escola e emancipação humana, com foco em grupos historicamente marginalizados, como filhos de catadores. Atuou por 33 anos na Secretaria de Educação do DF e no ensino superior. Atualmente é psicanalista, palestrante, consultora educacional e estudante de Psicologia Transpessoal.

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claudia.moraesdacosta@gmail.com

Livros

Ao garimpar pedrinhas, prosas e sementes – o encontro com a voz dos pequenos mestres

Editora CRV

Ao refletir sobre sua trajetória na educação básica como professora, pedagoga, educadora e pesquisadora, a autora observou o valor e o sentido agregados a essa jornada, bem como a conexão desses elementos com a escolha de teorias e práticas. Inspirada por autores como Paulo Freire, René Barbier, Leonardo Boff, entre outros, apresenta aspectos teóricos e práticos, além de filosóficos e políticos, que embasaram o trabalho, os processos de formação e as pesquisas acadêmicas, além de trazer uma visão dos estudantes devidamente reconhecidos como protagonistas do processo de ensinar e aprender.

Temas: educação, criatividade, criticidade, escuta, práticas pedagógicas, formação docente, experiências de sala de aula e metodologias educativas.

Público-alvo: educadores, pesquisadores e profissionais interessados em educação crítica e reflexiva centrada na prática docente e no protagonismo dos estudantes.

Palestras e oficinas

Gravação de vídeos, lives, entrevistas virtuais: entrar em contato com o autor ou com o ICA.

Educação escolar

Para qual tempo estamos planejando nossas aulas? Para um agora consciente e presente ou para um futuro preso a um passado que ainda se mostra inconsciente e acelerado? E para quem? Inspirada no livro Ao garimpar pedrinhas, prosas e sementes, a palestra compreende a educação como processo de formação humana, entendido como garimpo sensível de histórias, saberes e experiências. Educar é criar espaços de escuta, onde a criatividade não é técnica, mas postura ética que permite a criação de sentidos e a autoria dos sujeitos. A formação acontece no encontro, no tempo do cuidado e na valorização do humano em sua singularidade.
Público-alvo: professores e profissionais com enfoque no processo de formação humana.
Duração: em média 1h40.

A práxis do viver como epistemologia

A palestra/oficina fundamenta-se na tese de mesmo nome e analisa, numa escola pública do Distrito Federal, os processos escolares em diálogo com as histórias de vida de estudantes filhos de catadores de materiais recicláveis. A partir de uma abordagem relacional, são discutidas as interseções entre vida individual e trajetórias coletivas, os territórios de vivência e convivência, o trabalho infantil e a degradação do trabalho, bem como as tensões entre orgulho e vergonha. Também são estudados os saberes e a consciência ambiental, os laços de solidariedade e o universo das múltiplas infâncias, evidenciando a escola como espaço de produção de sentidos, reconhecimento e empoderamento.
Público-alvo: professores e profissionais com enfoque no processo de formação humana.
Duração: em média 1h30.

Como as crianças aprendem matemática: os sete processos mentais nos anos iniciais

A oficina propõe a discussão e a vivência de atividades individuais e em grupo, com foco na importância dos sete processos mentais na aprendizagem matemática nos anos iniciais. Aborda a constituição de um ambiente alfabetizador em matemática, articulando o letramento matemático aos conceitos dos campos curriculares e às situações práticas do cotidiano da sala de aula.
Público-alvo: professores e profissionais com enfoque no processo de formação humana.
Duração: em média 1h30.

A educação escolar como processo dialético, existencial e complexo

A palestra/oficina fundamenta-se em experiências de protagonismo infantil em escolas públicas e em dados de pesquisas desenvolvidas pela autora. Aborda destaca o diálogo entre iguais, a atenção consciente e a amorosidade pedagógica, entendida como a confiança na capacidade humana de aprender. Articula a aprendizagem ativa e a aprendizagem colaborativa na perspectiva de uma educação ecológica, humana e comprometida com a formação integral dos sujeitos.
Público-alvo: professores e profissionais com enfoque no processo de formação humana.
Duração: em média 1h30.

Construção dos números decimais a partir do trabalho com tiras

Oficina baseada na resolução de situações-problema e na construção de algoritmos para a compreensão e materialização dos números decimais. A proposta envolve o trabalho com tiras, possibilitando a representação dos décimos, centésimos e milésimos, bem como a transposição didática desses conceitos para a prática em sala de aula.
Público-alvo: professores e profissionais com enfoque no processo de formação humana.
Duração: em média 1h50.

As ideias das quatro operações

Oficina baseada na resolução de situações-problema e na construção de algoritmos, com foco na compreensão das diferentes ideias presentes em cada uma das quatro operações. A proposta envolve a resolução e a produção de problemas, articuladas à elaboração de situações didáticas que favorecem a transposição desses conhecimentos para a prática em sala de aula.
Público-alvo: professores e profissionais com enfoque no processo de formação humana.
Duração: em média 1h50.

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